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8 DICAS DE COMO FAZER AVALIAÇÃO FISICA.

8 DICAS DE COMO FAZER AVALIAÇÃO FISICA.
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GInterpretação dos Dados de Composição Corporal
1 – Devido à falta de equações, para a estimativa da densidade
corporal e do percentual de gordura que atendam às peculiaridades da
população brasileira, os modelos propostos por Jackson & Pollock
(1978) e Jackson, Pollock & Ward (1980) podem ser utilizados para a
estimativa da densidade corporal. Posteriormente, o cálculo do
percentual de gordura poderá ser efetuado pela equação de Siri (1961).
As medidas circunferenciais também podem ser usadas na
predição da gordura corporal. Entretanto, a não ser nas obesidades
severas onde não é possível medir as dobras cutâneas, as
circunferências podem ser mais fidedignas.
2 – Em se tratando de não-atletas, a literatura sugere como
padrões médios de gordura valores que estão em torno de 16% e 23%
para homens e mulheres, respectivamente (POLLOCK & WILMORE,
1993). No entanto, a quantidade de gordura pode variar bastante em
função da idade, dos padrões de saúde, da prática de atividade física e
do que se entenda por uma estética corporal adequada.
Mais importante que determinar o percentual de gordura ideal, é
ter o conhecimento das faixas onde poderemos classificar o indivíduo e,
dentro das mesmas, encontrar o valor que mais se adequa a ele. Com
esse objetivo, adotaremos como referência a descrição apresentada a
seguir (tabelas 7 e 8).
Por vezes, valores expressos em tabelas específicas podem não
ser a melhor forma para determinarmos qual o percentual de gordura
adequado ao nosso aluno. Quando os dados de uma tabela não se
ajustarem à realidade em questão, devemos realizar um
acompanhamento longitudinal para então estabelecermos qual a meta
final a ser atingida quanto à redução da gordura. Um conselho prático é
não exagerar na hora de estabelecer o quanto o avaliado deverá perder.
Dessa forma, pode-se trabalhar com objetivos a curto, médio e longo
prazo. Em função dos resultados obtidos com o treinamento, poderá ser
determinado com maior exatidão o valor alvo de gordura a ser
alcançado pelo praticante. A partir do momento em que o avaliador já
conhece seu aluno, fica mais fácil precisar as suas metas.

3 – Valores percentuais que caracterizam. um excesso de
gordura devem ser analisados com cautela. Vejamos um exemplo. Para
um indivíduo que possui 10% de gordura, o fato desse valor subir para
15% representa um aumento de 50%. Para esse indivíduo, 15% pode
significar um elevado percentual de gordura. Já para um sujeito que
possuía 25% de gordura e chegou a 15%, esse valor pode não ser
considerado excessivo. Nos dois casos, o mesmo valor teve
interpretações distintas, o que nos leva a sugerir uma análise
individualizada dos resultados.
4 – Deve-se ter muito cuidado ao estabelecer o peso ideal. Cada
pessoa apresenta características próprias e o percentual
de gordura ideal pode variar entre indivíduos do mesmo sexo e
faixa etária. Além disso, a massa magra é influenciada pela prática do
exercício e pelo estado nutricional, o que concorre para a alteração do
peso corporal. Em termos práticos, aconselhamos estabelecer o peso
teórico ideal a médio e a longo prazos. Através das reavaliações
poderemos ajustar o trabalho prescrito, detectando com maior exatidão
qual a relação ideal entre gordura e desenvolvimento muscular.
D5 – Para minimizar os erros na predição da gordura,
aconselhamos empregar conjuntamente ao valor percentual, um
somatório de dobras cutâneas. Para tanto, preconizamos as dobras
cutâneas de tríceps, subescapular, suprailíaca, abdominal, coxa e
perna medial. No caso dos homens, também poderá ser adicionada a
dobra de peitoral. Além do somatório, o monitoração dos valores de
cada dobra poderá ser útil no acompanhamento da distribuição regional
de gordura.
6- O desejo de ficar forte. e/ou magro pode levar os praticantes a
cometerem excessos no treinamento. Uma correta metodologia de
trabalho consiste na aplicação adequada das cargas seguida de
períodos de recuperação satisfatórios. Indivíduos que desejam modificar
suas características corporais de forma significativa devem ser
orientados de que algumas alterações necessitam de tempo para que
sejam promovidas. O excesso de treinamento, além de predispor os
praticantes a lesões, pode ser desmotivante, levando os alunos à evasão
dos programas de atividades físicas.
7 – Os conceitos de saúde e estética. muitas vezes não são
convergentes. Valores de gordura e massa muscular necessários a uma
boa saúde podem não ser compatíveis com padrões de estética. É
preciso ter cuidado, pois a busca de um ‘corpo perfeito’ pode levar a
prejuízos na saúde.
8 – Cabe ainda ressaltar que os objetivos. dos alunos muitas
vezes não são condizentes às suas necessidades.
O treinador deve realizar um trabalho educativo, no sentido de
orientar e conscientizar os alunos quanto às suas reais necessidades
para o alcance de seus objetivos.
Determinação das Estruturas da Composição Corporal a partir
do Cálculo do Percentual de Gordura
Após estabelecido o percentual de gordura, pode-se facilmente
obter os valores absolutos dos componentes da composição corporal,
utilizando-se as seguintes equações:
– Peso gordura = (% de gordura/100) x peso corporal total
– Massa corporal magra = peso corporal total – peso gordura
– Peso teórico ideal
– Peso gordura em excesso = peso total – peso teórico ideal

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